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12 de set de 2009

História de letras







É religiosa a origem da palavra alfabeto. O termo ab ou ib foi usado também pelos hebreus para denominar a divindade máxima da religião monoteísta, Deus. Segundo esta etimologia ab são as duas primeiras letras do alfabeto hebraico e grego, respectivamente: a=aleph e alpha ou no hebraico pai; e b=bet e beta ou no hebarico útero ou casa e é uma palavra feminina. A união destas compõe a própria palavra alfabeto ou A Palavra, a Verdade, ou o Verbo, segundo a Bíblia, ou o próprio Deus ou, dentro desta concepção hebraica, pai e mãe.

Segundo a religião egípcia, a parte mais importante da alma era o Ab ou Ib (jb) ou coração. O Ib, ou coração metafísico, era concebido como uma gota do coração da mãe para a criança durante a concepção. Achados arqueológicos retratam esta concepção com a imagem de uma pessoa que é encaminhada pela deusa Maat após a morte para a pesagem das almas. A deusa Maat é a deusa da Justiça e do Equilíbrio e maat significa Verdade.

História

É impossível determinar a verdadeira exatidão da data de surgimento do alfabeto. Porém no começo de 900 a.C., os gregos adotaram o alfabeto fenício e que ainda é utilizado até hoje. Sendo mais que provável que todos os alfabetos europeus tenham se originado do alfabeto fenício. O alfabeto latino, que foi adotado em toda Europa, teve como origem o alfabeto grego.

As 21 consoantes do alfabeto latino usadas por grande parte das línguas foram criadas pelos antigos fenícios, e as vogais foram criadas posteriormente pelos gregos por volta do século IV a.C. para facilitar seu uso na escrita e composição de palavras novas.



A letra "A" é a primeira letra em quase todo os alfabetos do mundo, com exceção do mongol, tibetano, etíope e outros menos conhecidos. A forma do "A" encontra aparentemente sua origem num hieróglifo (pictografia) egípcio simbolizando uma águia (ahom) na escrita hierática cursiva. Os fenícios renomearam a letra aleph (boi/touro), a partir de uma semelhança imaginada com a cabeça e as cornas deste animal. No alfabeto grego mais antigo, aleph passa a ser a letra alpha. Em seguida, ela se tornou o A romano de onde a forma e o valor em geral foram transmitidos aos povos que mais tarde adotaram o alfabeto latino. Representa nos povos antigos um grande poder místico e características mágicas, associadas ao número um. É assim o Aleph hebraico, o Az dos Eslavos e o Alpha grego.

Para os cabalistas cristãos, o aleph é um símbolo santificado, representando a Trindade na Unidade, por ser composto por duas letras hebraicas YOD, uma voltada para cima e outra invertida, com uma ligação entre elas.

Cerca de 1500 a.C., os fenícios deram à letra a sua forma linear que serviu de base para as formas mais tardias. O seu nome, provavelmente, corresponderia aproximadamente ao aleph do alfabeto hebreu.

Quando, na Grécia Antiga, adotou-se o alfabeto, como não se fazia uso fonético da paragem glotal a que a letra obrigava nas línguas semíticas (e na língua fenícia em particular), a letra passou a designar a vogal /a/, mudando-se o seu nome para alfa. Nas mais primitivas inscrições gregas, que datam do século VIII a.C., a letra aparece apoiada verticalmente de um lado, mas no alfabeto grego mais tardio, já tem uma forma semelhante ao A maiúsculo moderno, ainda que variantes locais se possam distinguir pelo encurtamento de uma das pernas ou pelo ângulo em que as linhas se cruzam.

Os etruscos levaram o alfabeto grego para a Península Itálica, sem lhe fazer qualquer alteração. Mais tarde, os Romanos adotaram o alfabeto etrusco na escrita do latim. A letra resultante foi preservada no moderno alfabeto latino.



O símbolo utilizado para representar a letra B começou, provavelmente, por ser o pictograma da planta térrea de uma casa, presente nos hieróglifos egípcios ou no alfabeto proto-semítico.

Cerca de 1500 a.C., os fenícios deram à letra um aspecto linear que serviu de base para as formas posteriores, aparecendo tanto com linhas arredondadas como retilíneas. O seu nome deveria aproximar-se ao do beth hebreu.

Quando, na Antiga Grécia, se adotou o alfabeto, mudaram-lhe o nome para beta, inverteram-no e, mais tarde, acrescentaram-lhe outra curva fechada. Nas primeiras inscrições que se conhecem, a letra dispõe-se para a esquerda, mas no alfabeto grego mais tardio, já está virado para a direita, ainda que se mantivessem variações (retilíneas ou curvas) das linhas fechadas.

Os etruscos trouxeram o alfabeto grego para a península itálica, deixando a letra sem alterações de maior. Os romanos, mais tarde, adotaram o alfabeto etrusco para escrever o latim. A letra usada, com curvas fechadas, foi preservada no alfabeto latino, utilizado na escrita de diversas línguas.



Na língua etrusca, as consoantes oclusivas não tinham uma pronunciação específica, por isso, usaram o Γ (Gama) Grego para escrever o seu som /k/. No início, os romanos utilizavam o C tanto para representar o som /k/ como o /g/. Só mais tarde se acrescentou um segmento reto horizontal na zona central direita para produzir o G. É possível, ainda que incerto, que o C tenha apenas representado o /g/ no início, enquanto que a letra K seria utilizada para o som /k/.

Alguns acadêmicos defendem que o ג (gimel) semítico representava um camelo.



A letra D tem sua origem na escrita hierática egípcia, seu ancestral mais antigo recebeu o nome de deret (mão), quando os fenícios o adotaram o mesmo passou a se chamar daleth (porta). Os gregos, ao empregarem a letra fenícia lhe deram o nome de Delta (Δ, δ) e a forma de um triângulo. Os etruscos e os romanos também empregaram o delta e foram os responsáveis pelo desenho do D.



Sua origem é provavelmente a letra fenícia he que representava mais ou menos o som de um H aspirado. Quando os gregos adotaram o alfabeto fenício, encontraram dificuldade em pronunciar a primeira parte desse caractere e o abandonaram conservando somente o som de e e dando lhe o nome de epsílon, com o tempo simplificaram seu desenho virando os traços horizontais para o lado direito.



A letra F tem suas origens da palavra fenícia waw que significa prego ou gancho, a mesma palavra que deu origem ao u, v, w e y. Pronunciava-se tanto como u ou v. Os gregos adotaram uma variante dessa letra à qual deram o nome de digama e era usada apenas como um numeral. O digama voltaria a ser usado como letra pelos etruscos, e passou a ser representado pelo som de F. Ganhou sua forma com os romanos.



A história da letra G está intimamente ligada à história da letra C, uma vez que as duas derivam da mesma forma. Os fenícios e os demais povos semitas usavam uma forma gráfica bastante simples para representar tanto o C quanto o G e a chamavam de gimel. Quando foi adotado pelos gregos o gimel recebeu o nome de gama e sofreu algumas alterações em sua forma. O gama foi ainda adotado pelos etruscos e pelos romanos que foram os responsáveis pela diferenciação dos dois sons. O C passou a designar o som de K ou de S como em cesta ou casa. Um pequeno traço foi acrescentado à letra gama para que pudesse designar o som G.



Historiadores acreditam que essa letra surgiu inicialmente de um hieróglifo egípcio que representava uma peneira. Mil anos depois os sumérios usariam a mesma letra para designar um som gutural. Os fenícios a chamaram de heth (cerca), porque seu desenho se assemelhava a essa forma. Por volta de 900 a.C. os gregos adotaram a letra e como não pronunciavam a primeira parte da mesma, a denominaram simplesmente de êta. Seu formato já era bastante semelhante ao H moderno.



O ancestral fenício do I, yod, significava "mão dobrada sobre pulso". O símbolo original fenício com o tempo assumiu a forma de ziguezague e foi adotado pelos gregos, como era uma tendência grega simplificar os desenhos fenícios, o ziguezague se tornou uma linha reta e passou a se chamar iota (ι), que representava os sons de y e i. Para os romanos o iota representava os sons de i e de j e somente na Idade Média que a diferença entre essas duas letras apareceu.



O J foi originalmente uma versão alternativa à letra I. A distinção tornou-se evidente a partir da Idade Média. Pedro de la Ramée (c. 1515 – 26 de Agosto de 1572) foi o primeiro a distinguir explicitamente as letras I e J representando sons diferentes. Originalmente, estas letras representavam /i/, /iː/, e /j/; mas as línguas românicas desenvolveram novos sons que vieram a ser representados utilizando o I e o J, daí a actual distinção na pronunciação destas duas letras.

Em Português o som utilizado para a letra J é o /ʒ/ (jarro, janela, jota), assim como no Francês e no Romeno. Em todas as línguas Germânicas, excetuando o Inglês que utiliza /dʒ/ (just), o som utilizado para a letra J é o /j/ (como ja em Alemão ou como no ditongo i na palavra ideia). Este fato também se verifica em Albanês, e nas línguas Urálicas e Eslavas que utilizam o alfabeto latino, como por exemplo em Húngaro, Finlandês, Estónio, Polaco e Checo. Também o Sérvio, língua eslava, adotou o J no seu alfabeto cirílico, com o mesmo propósito. Foi devido a este padrão linguístico, que a letra minúscula /j/ foi adotada pela Associação Fonética Internacional, como representante deste som.

Em Castelhano o J pronuncia-se /x ~ h/ (como ajo que significa alho); este som desenvolveu-se a partir do som /dʒ/. Em Francês o antigo som /dʒ/ é agora pronunciado como /ʒ/, tal como em Português.

Na língua Italiana moderna, apenas palavras em Latim ou palavras estrangeiras têm a letra J. Até ao sec. XIX, o J era utilizado em vez do I, em ditongos como substituto para o último –ii , e em grupos vocais como em Savoja; esta regra era bastante rigorosa no que tocava à escrita.

Linguistas da Alemanha e da Europa Central também utilizaram o J em algumas transliterações, de línguas eslavas que utilizam o alfabeto cirílico. Em particular, o "Е" em Russo é por vezes transliterado para "je", o "Я" é transliterado para "ja" e o caracter "Ю" para "ju".

Muitos nomes em Português começam com a letra J, como José, João, Jaime, Jacinto, Jorge, Jeremias, Joel, entre outros. Três dos doze meses do ano, começam com a letra J, Janeiro, Junho e Julho. Devido ao fato de o J ser o último caracter a ser adicionado ao alfabeto latino, poucas cidades em Portugal e no mundo, têm os seus nomes a começar com esta letra. Casos particulares são por exemplo Joanesburgo, Jacarta e Jerusalém.

Na Química a letra J é a única que não está presente na tabela periódica.

Em Engenharia Electrotécnica a letra j é usada em vez da letra i, para definir o número imaginário de raio igual a um, e ângulo igual a noventa graus, ou seja a raiz quadrada de menos um: j = sqrt( − 1)

O Juãu é representado no alfabeto como "J".



Esta letra provém do grego Κ ou κ (kappa), adaptado por sua vez do kap ou kaf das línguas semitas, símbolo que representava uma mão aberta. Esta, por sua vez, com muita probabilidade teria sido adaptada pelos povos semitas que teriam vivido no Egito, a partir do hieróglifo que representa “mão”, representando o som de D para os egípcios, pois "mão" era pronunciada como d-r-t. Os semitas atribuíram-lhe o som /k/, pois o vocábulo que utilizavam para "mão" começava com esse som.

Este som semita de /k/ para esta letra foi mantido na maioria das línguas clássicas e modernas. Porém, quando as palavras provenientes do grego foram assimiladas pelo latim, o K foi convertido em C, embora o idioma já usasse o K para palavras provenientes do etrusco, como por exemplo kalendae, “o primeiro dia do mês”, que deu origem à palavra calendário. Algumas palavras de outros alfabetos foram também reescritas usando a letra C. É por essa razão que as línguas românicas utilizam o K apenas em casos muito particulares, como por exemplo em português as palavras viking, kantiano, karaté ou kart.

Em Portugal a letra K foi proscrita do alfabeto depois da revisão ortográfica de 1911.

No Brasil, o Formulário Ortográfico de 1943 aboliu a letra K do alfabeto, substituindo-a por c antes de a,o, ou u e qu antes de e ou i.

O Acordo Ortográfico de 1990 restaura a letra K no alfabeto português, sem contudo restaurar o seu uso prévio, que continuará restrito às abreviaturas, às palavras com origem estrangeira e seus derivados.



O antecessor do nosso L provém do lamed fenício(��), que significava "cajado" e era desenhado pela adaptação do hieróglifo egípcio de um cajado. Na Grécia, recebeu o nome de lambda (Λ λ) e sofreu algumas alterações em relação ao caractere. Chegando ao romanos esta letra evoluiu até se tornar o símbolo de um traço vertical e outro horizontal que aparece na Coluna de Trajano.



Na escrita hierática egípcia representava uma coruja, recebeu o nome de "mem" no alfabeto fenício e significava "água" era representada a partir do hieróglifo egípcio das ondas do mar. Originou o "mi" dos gregos (Μ μ) e o nosso M.

A mesma letra está presente no alfabeto cirílico, e tem o mesmo valor. Ambas derivam do mu do alfabeto grego. No entanto, as versões minúsculas da letra nos três alfabetos diferem bastante:

latino: m
cirílico: м
grego: μ




O N surgiu por volta de 1000 a.C. entre os fenícios que o chamavam de nun (peixe). Sofreu poucas alterações ao ser adotado pelos gregos, que o rebatizaram de nu e lhe deram um formato parecido com o que ele tem hoje. Mesmo quando passou a ser empregado pelos romanos a letra preservou seu formato original. Durante toda a história o n e o m se assemelham e aparecem lado a lado nos alfabetos.



Tem sua origem no ain dos fenícios que era representado pelo desenho de um olho (ain em fenício). Os gregos possuíam duas versões para a letra: o ómega que era usado para representar o som de o longo, e o omícron (Ο ο) usado para designar o som de o breve. Desde seu surgimento, a letra O manteve sua forma aproximada de um círculo.



O "pe" fenício foi provavelmente uma das únicas letras do alfabeto fenício cujo nome, que significa "boca", não tinha relação alguma com o símbolo. Por esse motivo foi a que mais se modificou com o passar do tempo. Entre os gregos a letra que mais se assemelhava ao nosso p era o rô e representava o som de r, e o p era representado pelo pi, tão conhecido na Matemática. Os romanos herdaram dos etruscos um desenho mais antigo da letra "pi".



O Q vem do Qoph fenício que foi adaptado para o alfabeto grego com a letra Qoppa. O Qoph representava o fonema /q/ (oclusiva uvular surda), que era um som comum nas línguas semíticas, porém raro nas línguas indo-européias como o grego. Então provavelmente o som /q/ virou uma oclusiva velar surda labalizada (IPA:[kʷ]). Depois o /kʷ/ mudou para uma oclusiva bilabial surda (IPA:[p]) e depois ficou aspirada (resultando em um /pʰ/). Então Qoppa se transformou em duas letras: Qoppa, um número e o Phi (Φ) que representava o fonema aspirado /pʰ/, que depois, no grego moderno, se transformou em uma consoante fricativa labiodental surda (IPA:[f]). O Q etrusco foi derivado do Qoppa grego, mas só era escrito junto com V formando o som /kʷ/. Do Q etrusco surgiu o nosso Q latino, que no português é usado em conjunto com o U (antes de A, O e U) e Ü (antes de E e I) para formar o som de /ku̯/ e em conjunto com U (antes de E e I) para formar o som de /k/.



Durante um longo período de tempo o "R" foi escrito "P" como no alfabeto cirílico.

O seu nome no alfabeto fenício era "rech". Seu significado era o de uma cabeça, representada pela adaptação do hieróglifo egípcio de uma cabeça. Transformou-se no "rô" dos gregos. Os romanos modificaram o rô acrescentando um pequeno traço para diferenciá-lo do no nosso R.



Na escrita egípcia o S era representado pelo desenho de uma espada. Entre os fenícios recebeu o nome de shin que significava dente. Dos gregos recebeu o nome de sigma (Σ σ) e adquiriu um novo formato que preservava apenas o desenho em ziguezaguedo seu ancestral fenício. Foi com os romanos que o S ganhou sua forma.



Na Fenícia o tau servia para designar o t e para representar a assinatura de pessoas que não sabiam escrever. Quando foi adotado pelos gregos o tau foi ligeiramente alterado tornado bastante semelhante ao nosso T. Esta letra conservou sua forma praticamente sem alterações.



O waw que deu origem as letras f, v, w e y também deu origem à letra U. Com os gregos foi transformado em dois caracteres: o ípsilon, usado para designar o som de u, e digama para o som de f. Para os etruscos e romanos o u era simbolizado pelo desenho de um v, como aparece em monumentos clássicos latinos. A letra u era utilizada para designar o mesmo som mas só aparece em manuscritos romanos. No latim antigo, o "U" foi sempre escrito "V". Mesmo nas outras línguas latinas como o português, durante muito tempo o "U" ainda foi escrito "V". A distinção entre os sons de u e v só se deu no século XVII.



Assim como os caracteres f, u, w e y, a letra V se originou da palavra fenícia waw, durante muito tempo não houve diferenciação do entre o v e o u. Foi somente no século XVII que o V passou a designar seu som.



Diferentemente do k e do y, o w não fazia parte do alfabeto português na fase pseudoetimológica, estando presente apenas em palavras estrangeiras; quando de seu aportuguesamento, foi substituída por u nas palavras de origem inglesa, ou por v, nas de origem alemã; ainda é empregada em palavras estrangeiras que não estejam devidamente aportuguesadas.

No Brasil, o Formulário Ortográfico de 1943, substituiu o w em certos empréstimos linguísticos por v ou u dependendo do valor fonético.



O provável ancestral da letra X é o samek (peixe) fenício. Os gregos simplificaram a forma do samek e passaram a usá-lo para designar os sons de k e de cs. O alfabeto grego foi usado também pelos etruscos e pelos romanos que usavam o X para o som de sc.



O y tem suas origens no alfabeto fenício onde era representado pelo waw. Ao chegar aos gregos teve a sua forma alterada e recebeu o nome de ipsílon, letra que representava o som da atual letra u. Com a conquista da Grécia pelos romanos no século I a.C., um ipsílon modificado foi incorporado ao alfabeto latino para transcrever o som do mesmo nas palavras de origem grega.

No Brasil, o Formulário Ortográfico de 1943 aboliu a letra Y do alfabeto, substituindo-a pelo i em todos os casos.

O Acordo Ortográfico de 1990 restaurou a letra Y no alfabeto português, sem contudo restaurar o seu uso prévio, que continua restrito às abreviaturas, às palavras com origem estrangeira e seus derivados.



Tem suas origens no alfabeto fenício, era a letra zain que significava arma e era representado pela figura de uma adaga. Na Grécia Antiga foi rebatizado passando a ser zeta e seu desenho não tinha nenhuma semelhança ao de um z , lembrava mais um i maiúsculo. O zeta também foi usado pelos etruscos porém, assim como o y só passou a aparecer na língua latina após a conquista da Grécia por Roma sendo usado para palavras de origem de grega. O z pode ser também um kapagina do alfabeto miríaco que eram rituas que usavam uma lança em forma de Z e assim os rituais ficaram conhecidos como Z da Mízaa.

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